Minha Vida É Show

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Balanço de meio de ano

O ano nem chegou na metade e eu já tenho 8 shows inesquecíveis que vi em 2012. Vai ser complicado fazer um Top5 dos melhores shows do ano em dezembro:

1.     Roger Waters (Estádio do Morumbi) *****

Visualmente, o espetáculo musical mais impressionante que vi na minha vida.

2.     Morrissey (Espaço das Américas) *****

O mestre das letras melancólicas, tocando muito Smiths e enlouquecendo uma platéia apaixonada.

3.     Gogol Bordello (Lollapalooza, Jóquei)*****

Como tinha acontecido no show anterior que vi deles, fazem até o cara mais chato pular e se divertir.

4.     Friendly Fires (Cine Jóia)*****

Noite inesquecível, depois de passar o dia no Lollapalooza no Jóquei. Pouca gente, mas todos enlouquecidos.

5.     Foster The People (Lollapalooza, Jóquei)*****

Ao contrário do show que eu tinha visto no Jóia, no Lolla eles tocaram só os hits, o que tornou a apresentação bem mais regular e empolgada.

6.     The Vaccines (Cine Jóia) *****

Os novos “Strokes”, arrebentaram tudo num show pulsante.

7.     Noel Gallagher’s High Flying Birds (Espaço das Américas) *****

O mestre do Oasis enlouqueceu os fãs com suas excelente músicas solo e também com clássicos da banda britânica, como “Half The World Away”, “Whatever” e “Little by Little”.

8.     The Kooks (Via Funchal) *****

Não dá pra perder um show desses moleques. É impressionante como as músicas crescem ao vivo. Animadíssimo.

  • 2 weeks ago
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Lollapalooza Brasil 2012, Jóquei, 07 e 08/04/2012

Eis que o festival que lançou uma das minhas bandas favoritas, The Smashing Pumpkins, finalmente aportou em terras tupiniquins. E veio em grande estilo.

 

1o DIA

 

O Festival começou superlotado, com fila para absolutamente tudo e erros complicados de organização, como o cancelamento dos ônibus que sairiam do Shopping Vila Olímpia e o sumiço de tickets de cerveja por volta das 16h, quando o evento ainda estava no começo. Exageraram no número de ingressos vendidos.

 

Por conta de toda essa desorganização, perdi o show do Cage The Elephant.

 

BAND OF HORSES ****
A banda que eu mais queria ver neste primeiro dia não decepcionou com seu country-rock. Fez um show lindo, capaz de agitar até mesmo quem não conhecia nada da banda.

 

PEACHES***

Vi apenas alguns trechos do show, mas o pouco que vi deu pra sentir que, além de bizarro, estava bem animado. Mulheres quase nuas, homens vestidos de mulheres, teve de tudo por aqui.

 

TV ON THE RADIO**

Uma banda que eu já tentei gostar, com muito esforço, mas que realmente não desce. Vi pouco do show, carregado de preconceito.

 

JOAN JETT AND THE BLACKHEARTS****

Grande Joan Jett! Fez um showzaço. Mesmo tendo gasto dois de seus hits logo na abertura, talvez para segurar o público, talvez prevendo que boa parte dele sairia no meio do show para já se posicionar para o esperado Foo Fighters, foi capaz de sacudir. E mostrou que quem tem história manja de verdade.

 

FOO FIGHTERS***

A banda e o Dave Grohl são muito simpáticos, mas não me desce. Eles realmente são uma das 3 maiores bandas do pop rock no momento, ao lado de U2 e Coldplay, o que pode não ser um bom sinal. Havia 5 músicas, antigas, que eu queria muito ouvir. Ouvi 4 delas, fui para o show do Calvin Harris, voltei e ainda vi o bis do Foo com a Joan e a a 5a música que faltava, Everlong. Como o Regi disse, Foo é presepeiro demais. O show que eu havia visto deles, em 2001, no Rock In Rio, tinha sido infinitamente melhor. Até porque, eu tinha só 21 anos e conhecia pouco de música.

 

CALVIN HARRIS****

De vez em quando vale ver um show eletrônico pra dar uma quebrada. E Calvin Harris agitou o palco do Perry, com um público supreendentemente grande e dedicado. Além de bonito e praticamente só feminino.

 

 

 

2o DIA

 

O 2o dia do evento foi perfeito. Não houve nenhum dos problemas do dia anterior. E os shows foram infinitamente melhores, como já era previsto.

 

GOGOL BORDELLO*****

Como eu previa, o punk cigano do Gogol Bordello agitou o começo da tarde quente e ensolarada, fazendo a galera pular, suar e levantar poeira logo no começo do evento. Os caras fizeram simplesmente um dos melhores shows do festival. Foi meu 2o show deles.

 

THIEVERY COORPORATION****

Banda que eu já gostei muito, fez um belo show para poucos. Sensível, gostoso de ouvir, valeu muito a pena marcar presença.

 

FRIENDLY FIRES****

O som baixo e o público morno atrapalharam um pouco meu 4o show da banda. Na noite anterior, no Cine Jóia, eles haviam arrasado para um público fiel. Agora encarando um grande palco e um grande público, a banda foi capaz de sacudir seus amantes mas, talvez, não tenha tido a capacidade de conquistar novos adeptos. Foi o show mais dançante do festival, mais até que Calvin Harris.

 

MANCHESTER ORCHESTRA***

Eu não conhecia nada da banda, que fez um belo rock’n roll. Gostei. Bom show.

 

MGMT**

Como era previsto, meu 2o show da banda foi fraco. Eles se esforçaram até para estragar seu maior hit, Kids. Mas o encerramento, com a maravilhosa Time to Pretend, foi um dos momentos mais lindos do festival.

 

FOSTER THE PEOPLE*****

Pra mim, o grande show do festival. Melhor ainda do que aquele eu havia visto no Cine Jóia, porque lá eles enrolaram muito, tocaram coisas novas e desconhecidas e quebraram o clima do show. Aqui, no Lolla, os caras simplesmente arrebentaram e mostraram que estão prontos para shows em estádio. O que? Eles tem só um album. Pois é, algumas bandas já nascem grandes. Em qualidade de som, talvez tenha sido o melhor show do dia.

 

JANE’S ADDICTION**

Meu Deus. O que é o Perry? Talvez a maior bichona do Festival. Show interessante de se ver, complicado de se ouvir e bizarro de contar. Simplesmente assustador.

 

ARCTIC MONKEYS*****

Meu 2o show dos caras foi como eu previa: perfeito. Subiram no palco, tocaram maravilhosamente e foram embora. Sem presepadas. Chupa, Foo Fighters. É assim que se faz rock’n roll.

 

E o Lollapalooza ainda serviu para eu descobrir os maravilhosos hambúrgueres Hot Pocket.

 

  • 1 month ago
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Roger Waters, Morumbi, 03/04/2012

*****


Quando eu tinha 17 anos e entrei na faculdade, o hoje jornalista e escritor Reinaldo José Lopes me emprestou tudo que ele tinha do Pink Floyd. Comecei por Pulse e nunca mais larguei nada dos caras.

 

Em 2002, quando Roger Waters finalmente veio ao Brasil e tocou no Pacaembu, fui até a porta do estádio tentar comprar um ingresso para o show esgotado. Caro demais para um recém-formado. Voltei decepcionado para casa.

 

Em 2007, quase saí na mão com a vendedora da Fnac, que não queria me deixar comprar uma meia entrada para minha então namorada. Mas no fim das contas, consegui finalmente ver Roger Waters ao vivo, num show que incluiu a obra-prima Dark Side of the Moon, na íntegra e na ordem, e que culminou a com a descida de uma prisma no palco e a projeção de um arco-íris sobre a galera.

 

Em 2008, li uma entrevista do Roger Waters na Rolling Stone, em que ele contava que o grande sonho dele, quando criou sua segunda obra-prima, The Wall, era um espetáculo em que ele pudesse subir um muro no palco para depois derrubá-lo.

 

2011.  A turnê The Wall é uma realidade, mas meu bolso é um saco sem fundo. Decido abdicar desse show, cuja taxa de conveniência (sim, só a taxa) chegava a absurdos 150 reais. E sigo minha vida.

 

2012. Roger Waters já passou pelo Rio, por Porto Alegre e já fez sua primeira apresentação em São Paulo. Estamos na manhã do dia de sua última apresentação na capital paulista. A última chance de o Brasil ver o sonho The Wall se tornar realidade.

 

Haydee, diretora de arte que senta na minha frente, passa a manhã comentando como o show de domingo havia sido espetacular. Entro no YouTube e vejo videos da apresentação. Cenas que eu nunca tinha visto. Meu queixo cai, meu suor escorre pela nuca e eu decido implorar por um ingresso na mídia da agência.

 

18h. Meu ingresso para o camarote é confirmado por uma amiga.

 

21h. Fogos de artifício cor-de-rosa pipocam no estádio do Morumbi, no começo de um dos espetáculos mais lindos e visualmente magníficos que eu já vi na vida.

 

Roger Waters é um gênio. Chato, egocêntrico, mal humorado. Mas um gênio.

 

A turnê The Wall bolada por ele é algo que poucas bandas um dia poderão fazer. Primeiro, porque poucas têm um álbum duplo da qualidade de The Wall. Segundo, porque poucas têm a noção de espetáculo que esse inglês tem.

 

Um avião cruza os céus do Morumbi e explode ao vivo no canto do palco. Um enorme porco preto, grafitado pelos Gêmeos, sobrevoa a platéia da pista. Dois enormes bonecos de marionete dançam com a música. Mais do que qualquer artifício visual usado no show, o que realmente impressiona é mesmo O Muro.

 

Quando você entra no estádio e vê aquela coisa branca e enorme, cruzando o estádio de um lado a outro, quebrado apenas no centro - para que o público veja a banda - você não imagina o que vem pela frente.

 

Quando o show começa e surgem imagens de Roger Waters projetadas no muro, transformado agora no maior telão que um show musical já viu, você começa a imaginar que algo muito diferente vem por aí.

 

Se eu meço a qualidade de um show pela quantidade ou modo que ele mexeu comigo emocionalmente, Roger Waters merece um espaço especial no meu pódio. Eu me arrepiei do início ao fim. Era um show de imagens, sons, música, interpretações e pirotecnias que fazem um show da Madonna parecer o que realmente é: nada.

 

Estavam lá todos os elementos visuais do filme The Wall, do Allan Parker: o vermelho, o preto, o logo neozista dos martelos, o exército de martelos e por aí vai.

 

Enquanto tudo isso rola, um muro é construído no palco, tijolo por tijolo. Enquanto a banda toca e imagens e animações das mais incríveis são projetadas sobre a parede, técnicos vão colocando tijolos no muro que, pouco a pouco, vai subindo até cobrir a banda inteira.

 

Ao fim da primeira parte, com Roger Waters cantando Goodbye Cruel World, o último tijolo é colocado e o público é brindado como uma cena impressionante. No começo da segunda parte, a banda toca Hey You atrás do muro. Isolada da platéia. Uma música inteira em que o público ouve a canção, mas não vê a banda. E ainda tem de lidar com um enorme e opressor muro de concreto. Simplesmente genial.

 

Depois, disso, a banda passa por baixo do palco e vêm para a frente do muro, tocando cara-a-cara com o público, numa sucessão de animações e momentos arrepiantes, como Bring The Boys Back Home, Run Like Hell e, obviamente, uma das maiores canções já compostas, Confortably Numb.

 

No fim, logo após a ópera-rock The Trial, uma enorme explosão destrói o muro. Ali, em pleno estádio do Morumbi, na frente de 80 mil pessoas. O clímax de um dos maiores espetáculos da Terra.

 

E a banda volta, com corneta, sanfona e violão, no melhor estilo banda amadora pós-apocalipse, e toca Outside the Wall.

 

Nesse ponto, encerra-se o sonho The Wall. Encerra-se talvez uma das turnês mais ambiciosas e visualmente espetaculares que já criaram.

 

Eu um dia pensei que nunca mais veria um palco tão espetacular quanto o 360 do U2. Até que vem o sr.Roger Waters, ergue um enorme muro em pleno palco e destrói tudo no final.

 

Nunca, mas nunca mais correrei o risco de perder uma turnê desse cara. Se ele tinha me feito chorar com Dark Side of the Moon em 2007, desta vez fez eu me arrepiar como poucas vezes na vida.

  • 1 month ago
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5 motivos para não perder Naked and Famous

Cine Jóia, 16 de março de 2012. Show imperdível.

Clique nos nomes e confira.

1. Young Blood.

2. Punching In a Dream.

3. All Of This.

4. The Sun.

5. No Way.

  • 2 months ago
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Morrissey, Espaço das Américas, 11/03/2012 

*****

Doze anos depois, volto a encontrar Morrissey no palco.

Encontro um inglês mais cansado e envelhecido, mas mais à vontade para cantar músicas da banda que ele construiu com genialidade nos anos 80. Ao contrário de 3 músicas, ele canta 6.

Encontro um ícone capaz de esgotar os 8 mil ingressos do Espaço das Américas, ao contrário de um Olympia nem um pouco lotado em 2000.

Encontro um público também envelhecido, de cabelos grisalhos e barriguinha, mas capaz de chorar como criança e gritar como adolescente.

Encontro uma “Everyday Is Like Sunday” cantada como um hino, com gritos, suor e lágrimas.

Encontro uma “You Are The One For Me, Fatty” que finca morada na sua cabeça e ganha o espaço por uso capião.

Encontro uma “Please, Please, Please, Let Me Get What I Want” capaz de arrancar meu coração do peito e coloca-lo na minha boca.

Encontro uma “There Is a Light That Never Goes Out” saída de um sonho, daqueles que a gente tinha com o folheto do CD na mão, acompanhando a letra enquanto ouvia o microsystem tocar.

Encontro uma “How Soon Is Now”, com seus acordes marcantes, capaz de provocar olhar de descrença na platéia: “não é possível que eu esteja vendo isso, não é possível que isso esteja acontecendo”.

Encontro um menino que via Smiths como um ser capaz de ler mentes e corações e que hoje é um homem que vê Morrissey como um dos grandes poetas da música mundial.

Só faltou encontrar você por lá, pra ver e sentir tudo isso comigo.

  • 2 months ago
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Wax Poetic e El Guincho, Cine Jóia, 02/2012

O Sesc Pompéia é um achado que poucos paulistanos conhecem. Shows internacionais e de qualidade por 10, 20 reais são coisa rara nessa cidade.

Lá, já vi as incríveis Those Dancing Days, o mestre Fito Paez, as lindas Taxi Taxi, o sensível Loney Dear, entre tantos outros.

Neste ano, já vi dois bons shows por lá.

O primeiro, de uma banda que eu não conhecia, Wax Poetic. Fui carregado pra lá por uma amiga. Confesso que ouvindo no Groovershark achei que o show seria melhor do que foi. E que a pegada levemente hip hop me incomodou um pouco. Mas, como eu disse, um show naquele lugar lindo, por 15 reais, com cerveja a 3 reais… não se pode reclamar muito, né?

O segundo foi da banda espanhola El Guincho, que parece uma mistura bem sucedida de Vampire Weekend e Animal Collective, com toques raros de Foals. Este sim, em plena sexta-feira de Carnaval, foi um belo show. Animadíssimo, combinou com a falta de ar condicionado do lugar e fez a platéia mais indie que vi nos últimos tempos suar até a última gota.

Fique de olho na programação do Sesc Pompéia. Tem sempre coisa boa e barata por lá.

  • 3 months ago
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The Rapture, Cine Jóia, São Paulo, 25/01/2012

****

A cada novo show que vejo no Cine Jóia, ou eu me acostumo com a ruindade da acústica, ou eles têm feito alguma coisa que melhora pouco a pouco a qualidade do som.

Em pleno feriado de aniversário de São Paulo, o Rapture fez - mais um - show imperdível na cidade. A própria banda anunciaria depois que foi o melhor da turnê deste último álbum.

É impressionante o que o som desses caras cresce ao vivo. Eles criam um clima de balada em que a platéia enlouquece e dança e pula e grita e canta sem parar. Me lembrou o clima criado pelo LCD Soundsystem no ano passado.

Eu conheci a banda no primeiro Planeta Terra, num show que eu caí de paraquedas e saí carregado pelo euforismo da galera, completamente enlouquecido pela animação que eles conseguiram criar no palco indie.

Não foi diferente desta vez. “House Of Jealous Lovers”, por exemplo, foi de tremer as paredes do Cine Jóia.

É por isso que eu repito: faça um favor a você mesmo. Nunca perca um show desses caras.

  • 3 months ago
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OS 5 PIORES LUGARES PARA SHOWS QUE EU FUI EM 2011

Atenção. Se você pretende ver algum show em um destes lugares, fique sabendo que…

 

1. CINE JÓIA

A embalagem é ótima: lindo, estiloso e diferente. Mas tem a pior acústica que eu já ouvi. E um dos menores fumódromos da cidade. Decepção total. Som ruim de verdade. Mas muito ruim.

 

2. UPPER CLUB

É um galpão branco e metido a baladinha, cheira a tinta, tem uma acústica péssima e mais parece um lugar para casamentos e formaturas do que para  show de indie rock.

 

3. WAREHOUSE

Na Pachá, o espaço é grande, vários ambientes, mas o ar condicionado fez muita falta no show do LCD Soundsystem. Foi sofrido suar ali dentro. Tanto que quase todo mundo tentou ficar perto da porta para o fumódromo, o que deixou o ambiente ainda mais apertado e sufocante.

 

4. ANHEMBI

O pior palco aberto de São Paulo. Ano passado não entrou na lista dos piores porque ali aconteceu um dos grandes shows de 2010, do Greenday. Mas neste ano, nenhuma banda que passou por ali superou os problemas de locomoção e som do Anhembi. Nem mesmo o New Order.

 

5. ESTÚDIO EMME

Olha quem está aqui de novo. A casa não consegue fornecer um som de qualidade e realmente não tem clima para apresentações de indie rock.

 

Relembrando 2010…

1.     Arena Maedda, Itu 

2.     Estúdio Emme 

3.     Via Funchal 

4.     Estádio do Morumbi 

5.     Credicard Hall

  • 5 months ago
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OS 5 MELHORES LUGARES PARA SHOWS QUE EU FUI EM 2011

1. CITIBANK HALL

Talvez, hoje, seja a melhor casa de shows de São Paulo. Não é longe, dá para parar nas ruas de Moema, sem flanelinha, som excelente, pequeno, pista em formato de stadium. A gente quer mais o quê?

 

2. PALCO NEW STAGE, PARQUE BRASIL 500, PAULÍNIA

O palco menor do SWU-2011 foi uma surpresa pra mim. Som perfeito e extremamente alto, visão privilegiada do palco por todos os lados, quiosques de cerveja em pontos estratégicos e banheiros relativamente próximos.

 

3. HSBC BRASIL

A casa matou a pista VIP, que atrapalhava e muito a locomoção do público e também o acesso ao bar. Som de primeira, lugar pequeno, de fácil acesso, sem trânsito.

 

4. ENGENHÃO

Quem diria que um estádio entraria na lista. Mas o palco do show do Paul McCartney, no Rio, me surpreendeu pela organização, fácil acesso, trânsito tranquilo, boa acústica e tamanho. Não é grande como o Morumbi, permite, uma boa visualização do palco.

 

5. PLAYCENTER

Com 10 mil pessoas a menos neste ano, o Planeta Terra não teve problemas de locomoção, superlotação, filas em bares e banheiros, nem trânsito para chegar e sair. Ou seja, pudemos aproveitar o clima do lugar da melhor maneira. Pena que os shows não contribuíram.

 

Relembrando 2010…

1.     Tenda Halls Xs Xtra Sound, na Chácara do Jóquei

2.     Playcenter, Planeta Terra

3.     Citybank Hall, ex-Palace

4.     Comitê Club

5.     Sesc Pompéia

  • 5 months ago
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AS 15 MELHORES MÚSICAS QUE VI AO VIVO EM 2011 

Olha, em muitos shows, existem dobradinhas ou trincas de músicas, na sequência, que são simplesmente espetaculares. Por isso, algumas posições são ocupadas por situações assim. Vamos lá:

1. “Ready To Start” + “Wake Up” + “No Cars Go”, Arcade Fire, Hyde Park/Londres

Como uma banda abre um show com esta trinca? Como 60 mil pessoas arrumam forças para pular e cantar essas 3 músicas na sequência? Como eles ainda não voltaram ao Brasil?

 

2. “Coutry Girl” + “Jailbird” + “Rocks”, Primal Scream, HSBC Brasil

Um bis impecável. Foi com esta trinca que o Primal Scream encerrou uma das apresentações do ano.

 

3. “Vanderlyle Crybaby Geeks”, The National, Citibank Hall

Em versão acústica e com o coro de toda a platéia do Citibank Hall, o The National finalizou com emoção e sensibilidade o melhor show do ano.

 

4. “All My Friends”, LCD Soudsystem, Warehouse

Num dos momentos mais agitados do caótico show do LCD Soundsystem, a platéia enlouqueceu entoando um dos hinos da banda.

 

5. “You Only Live Once”, The Strokes, Planeta Terra/Playcenter

Num show de praticamente só grandes hits e grandes momentos, ficou marcada a primeira música que realmente fez a platéia enlouquecer, anunciando o que estava por vir no melhor show do Planeta Terra.

 

6. “Lights and Music”, Cut/Copy, HSBC Brasil

Não tem como negar. Este é sim o maior hit da banda e é capaz de sacudir qualquer platéia.

 

7. “Blue Monday” + “Temptation”, New Order, UMF/Anhembi

Simplesmente histórica, esta dobradinha que encerrou o show do New Order é de emocionar qualquer um que já tenha alguns fios brancos na cabeça.

 

8. “Movin’ On Up”, Primal Scream, HSBC Brasil

Em show perfeito, o Primal Scream abriu a apresentação puxado pelo coro da platéia. Sublime.

 

9. “Death”, White Lies, Planeta Terra/Playcenter

White Lies foi capaz de sacudir a platéia morna tocando um dos grandes hits do indie rock dos últimos anos.

 

10. “Epic”, Faith No More, SWU/Paulínia

Mike Patton mostrou todo o seu poder vocal entoando o grande hit da banda, puxado pela platéia molhada e enlouquecida de Paulínia.

 

11. “Meet Me In The Basement”, Broken Social Scene, Planeta Terra/Playcenter

O Broken Social Scene botou pra quebrar na última música de uma apresentação que pouco sacudiu a platéia.

 

12. “Something”, Paul MacCartney, Engenhão

É um clássico. É George Harrison. É Beatles. É Paul. É perfeita. É emocionante.

 

13. “Mr. November” + “Trouble Love”, The National, Citibank Hall

Já no bis, o The National botou o Citibank abaixo tocando esta dobradinha que começou com o grande hit da banda e fechou com uma das músicas mais bonitas do último álbum.

 

14. “Mistaken For Stranger” + “Secret Meeting” + “Bloodbuzz Ohio” + “Slow Show”, The National, Citibank Hall

Numa sequência absurda de 4 músicas perfeitas, o The National mostrava já no começo do show que faria ali um dos melhores shows de sua carreira. O que realmente aconteceu, palavras da banda.

 

15. “Oxford Comma”, Vampire Weekend, Via Funchal

Depois de transformar o Via Funchal numa micareta, o Vampire Weekend encerrou a apresentação, antes do bis, com uma de suas melhores músicas, que sacudiu a platéia suada e ensandecida.

 

 

Relembrando 2010…

 

“Live And Let Die” (Paul McCartney)

“Something” (Paul McCartney)

“Elanor Rigby” (Paul McCartney)

“Helter Skelter” (Paul McCartney)

“All My Loving” (Paul McCartney)

“Band on The Run” (Paul McCartney)

“Always” (Bon Jovi)

“Basket Case” (Greenday)

“The Boy With The Arab Strap” (Belle & Sebastian)

“Tonight Tonight” (Smashing Pumpkins)

“Run” (Snow Patrol)

“Let It Be” (Paul McCartney)

“Hey Jude” (Paul McCartney)

“Cherub Rock” (Smashing Pumpkins)

“We Are Golden” (Mika)

“Me and The Major” (Belle & Sebastian)

“Dakota” (Stereophonics)

“Sweet Disposition” (The Temper Trap)

“Teardrop” (Massive Attack)

“Don’t Feel Like Dancing” (Scissor Sisters)

“Have a Nice Day” (Stereophonics)

“She” (Greenday)

“Burnout” (Greenday)

“Judy and The Dream of Horses” (Belle & Sebastian)

“I’ll Be There For You” (Bon Jovi)

“Porcelain” (Moby)

“Yesterday” (Paul McCartney)

“Tear Us Apart” (She Wants Revenge)

“Zero” (Smashing Pumpkins)

“Just Say Yes” (Snow Patrol)

“Long View” (Greenday)

“In My Heart” (Moby)

“In These Arms” (Bon Jovi)

“Every You Every Me” (Placebo)

“Extreme Ways” (Moby)

“Livin’ on a Prayer” (Bon Jovi)

 

  • 5 months ago
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OS 5 SHOWS MAIS SURPREENDENTES QUE VI EM 2011

Não estamos falando dos 5 melhores. Mas daqueles 5 que eu não esperava muita coisa e foram geniais.

 

1. JANELLE MONAE (Summer Soul Festival)

Essa mocinha tem o estrelato no sangue. Talentosa, competente, simpática e vibrante, ela roubou a cena no Summer Soul Festival, antes mesmo da Amy Winehouse fazer um papelão no palco. A ponto dela ter voltado ainda este ano ao Brasil, para tocar no único dia interessante do Rock In Rio.

 

2. CRYSTAL CASTLES (SWU)

Gosto desta banda, mas nunca compraria ingresso para um show. Quer dizer, isso era antes de ter visto a apresentação deles no SWU. Eles simplesmente arrasaram diante de uma platéia hipnotizada e vibrante. E a vocalista, completamente doida, sabe como puxar a empolgação da galera.

 

3. FAITH NO MORE (SWU)

Nunca fui fã da banda. Em nenhum momento ela foi o motivo de eu ir até Paulínia encarar meus traumas do SWU-2010. Mas que show esses caras fizeram! Mike Patton é um frontman de primeira. A voz dele é uma das melhores que já ouvi ao vivo. E os clássicos da banda são muito legais.

 

4. SOULWAX (UMF)

Não conhecia essa banda, até porque é um grupo eletrônico. Que bela surpresa! Com um baterista enlouquecido, que rasgou a noite inteira, e um baixista que puxava a banda o tempo todo, a Soulwax fez uma belíssima apresentação no UMF. Favorecida também pela bela qualidade do som.

 

5. THE STROKES (Planeta Terra)

Eu esperava um show relativamente morno como havia sido no TIM FESTIVAL-2005. Esperava uma banda à beira da separação. Um vocalista cansado e entediado. Um público decepcionado. Quanta ilusão! Eles subiram no palco principal e mostraram porque já foram chamados de A Salvação do Rock. Obrigado, The Strokes.

 

Relembrando 2010…

1. GREENDAY (Anhembi)

2. STEREOPHONICS (Citybank Hall)

3. TAXI TAXI (Sesc Pompéia)

4. CSS (SWU)

5. HOT CHIP (Planeta Terra)

 

(veja abaixo ou no link do Arquivo as outras listas de 2011)

  • 5 months ago
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Kings of Convenience, Cine Jóia, São Paulo, 09/12/11

***

Uma pausa nas listas de final de ano para falar de um dos shows mais esquisitos e diferentes que eu já fui. A começar pelas exigências da banda: mandou fechar os bares da casa durante toda a apresentação e proibiu o uso de máquinas fotográficas e celulares nos primeiros 30 minutos de show.

Isto foi Kings of Convenience no Cine Jóia, numa noite tão estranha a ponto de uma amiga minha ter perdido o show porque foi acompanhar a amiga dela no hospital. Ela tinha sofrido um acidente de táxi.

Eram dois noruegueses no palco, acompanhados apenas por seus violões e, em poucos momentos, por um teclado, que um deles assumia. Ou seja. Mais ninguém no palco. Mais nenhum outro músico. Mais nenhum outro instrumento.

Isso faz do show do Kings of Convenience uma apresentação minimalista e intimista, que exige silêncio e atenção do público. Não é um show que você grita durante as músicas, canta com os cantores ou conversa com seus amigos. A participação da platéia até aconteceu em alguns momentos, mas só quando a banda pedia.

Foi muito estranho cantar só na cabeça uma das minhas músicas preferidas, mexendo a boca, sem emitir nenhum som. Por outro lado, foi bom ouvir apenas os músicos e os violões, sem quase nada para atrapalhar.

O ritmo do show era assim: a dupla dava os primeiros acordes da música, avisando que ia começar a tocar, e esperava a platéia silenciar. Você escutava o volume de barulhos diminuir aos poucos até atingir o silêncio. Enquanto isso, a banda esperava no palco, parada, e muitos “xius” surgiam no meio do público, pedindo que as pessoas parassem de conversar. Só então os músicos realmente começavam a tocar.

A cada nova música, eles pediam silêncio, a ponto deles próprios fazerem “xiu” no microfone no meio de uma música. “Nós amamos o silêncio. É o terceiro membro do Kings of Convenience”, avisaram logo no começo, pedindo para que as pessoas conversassem com a mente, não com a voz.

A certa altura do show, a dupla se mostrou incomodada com os barulhos de garrafas dos bares – fechados,  dos celulares que esqueceram de desligar e das conversas paralelas. Isso irritou parte da platéia. Era comum ver gente brava indo embora durante o show, chamando os caras de chatos e prometendo fazer um barulhão só para irrita-los.

Em outro momento, logo após um dos grandes sucessos da banda, a platéia explodiu de aplausos e urros, idolatrando os músicos. Um deles largou o violão, sentou no fundo do palco e tampou os ouvidos, para em seguida anunciar que pretendia fazer uma pausa no show porque a platéia não estava fazendo silêncio nas músicas. Claro que foi só charme.

Quase no fim do show, eles largaram os violões, como se fossem embora por causa do barulho, mas em seguida um pegou o instrumento do outro, dando um alívio em quem tinha acredito que eles pudessem sair. Na minha visão, foi mais uma piadinha  do que realmente uma ameaça.

Em mais uma estressada, um dos músicos criticou a platéia: “Todos falam que o público brasileiro é um dos melhores do mundo. Onde estão vocês? Não sabem cantar nem estalar os dedos, não sabem fazer silêncio, estou decepcionado!”. Ele dizia que não esperava tal comportamento do público paulistano, que, segundo ele, é muito mais educado que o carioca. “Eu morei em São Paulo, eu sei”. Mas era tudo uma brincadeira: ele tinha pedido pra platéia cantar com ele mas poucas pessoas ousaram, talvez por medo de atrapalhar o silêncio. Era esse comportamento que ele estava “criticando”.

Só nas últimas músicas a galera desencanou e passou a bater palmas, cantar junto e tudo ficou mais parecido com um show normal.

Contando assim, até parece que eles são chatos. Mas eu não encarei dessa maneira. O tipo de show que eles fazem, o tipo de música, realmente exige silêncio e atenção. Talvez, por isso, acredito que teria sido muito melhor se tivesse acontecido no Auditório do Ibirapuera, com todo mundo sentado.

A acústica do Cine Jóia continua muito ruim. Eles colocaram duas novas caixas de som – que atrapalham a magnífica projeção nas paredes – mas isso não parece ter ajudado muito. Tanto que a banda, conhecida por suas chatices e preocupações com a qualidade sonora, soltou esta frase logo após a segunda música: “Esta é uma sala linda, bem bonita. Mas tem muito eco e reverberação”.

A fila para retirar ingresso e entrar no show também irritou. Assim como o calor infernal.

Foi uma experiência interessante. Um bom show. Mas eu não me vejo indo a outra apresentação da banda. Não me vejo de novo num show parado em pé, passando calor, sem cerveja, sem cantar, sem pular.

Um jeito estranho de terminar 2011. Foi meu 64o show no ano. O último.

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Kings of Convenience, Cine Jóia, São Paulo, 08/12/11

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OS 5 SHOWS MAIS DECEPCIONANTES QUE VI EM 2011

1. AMY WINEHOUSE (Anhembi)

Todo mundo esperava que fosse ruim. Mas eu, particularmente, não imaginava que seria horrível. A ponto da Amy deixar o palco durante algumas músicas, enquanto a banda cantava sozinha. Triste fim de uma grande cantora.

 


2. HOLE (SWU)

Eu esperava, no mínimo, uma banda de rock, que subisse ao palco, tocasse aquele bom som de tempos passados, mostrasse os peitinhos e fosse embora. Rolou peitinho, rolou xingamento pra todos os lados, rolou muita conversa, rolou um grupo de modeletes paradas no palco durante todo o show. Mas o que menos rolou foi rock.

 


3. INTERPOL (Planeta Terra)

Foi meu segundo show desta banda que, por algum tempo, chegou a ser uma das minhas favoritas. Hoje em dia, não suporto ouvir o 4o album e mal escuto o 3o. Eu sabia que eles não faziam um show empolgante, mas não imaginava que este seria tão ruim. Blasé, sem alma, sem empolgação, o Interpol parecia estar ali apenas para receber o dinheirinho do festival. No dia seguinte, na Clash, eles fizeram um show bem melhor.

 


4. LADYTRON (Cine Jóia)

As fotos do novo Cine Jóia prometiam uma das casas mais geniais para se ver show em São Paulo. É verdade que o visual cumpriu ou até superou minhas expectativas: o lugar é realmente muito legal e diferente. Mas a acústica e o som estavam de matar. Uma pena. Mal se ouviam as palavras que a vocalista dizia ao conversar com o público. O Ladytron não merecia isso.

 


5. THE VACCINES (Hyde Park, London)

Pensei muito se este show deveria estar nesta lista. Foi um bom show. Divertidinho. Mas perto do que eu imaginava, ficou muito aquém. Por isso, foi uma decepção. É verdade que o público que estava no Hyde Park, em Londres, só queria saber de Arcade Fire e Mumford and Sons, mas não precisava ficar sentado na grama enquanto uma das bandinhas mais animadas do momento tocava no palco. Espero ver um show desses caras num lugar pequeno, como o Beco ou o Studio SP.

 

Relembrando 2010…

1. COLDPLAY (Morumbi)

2. MIIKE SNOW (Estúdio Emme)

3. PHOENIX (Planeta Terra/Playcenter)

4. KINGS OF LEON (SWU, Itu)

5. SMASHING PUMPKINS (Planeta Terra/Playcenter)

  • 5 months ago
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OS 5 MELHORES SHOWS QUE VI EM 2011

Foi um ano com muito mais shows incríveis que 2010. Que já tinha sido um ano excelente.

 

1. THE NATIONAL (Citibank Hall)

É uma das minhas bandas favoritas. E também de 80% das pessoas que estavam ali. Matt Berninger, o vocalista, é um dos caras mais legais e cools da música atual. Bebendo vinho e cantando como nunca, ele comandou o The National numa apresentação arrepiante, que terminou com as luzes acesas, a banda tocando unplugged e a platéia entoando Vanderlyle Crybaby Geeks. Depois, Matt diria que este e o show do Rio foram os 2 melhores de toda a carreira da banda.


 

2. ARCADE FIRE (Hyde Park, London)

Olha aí outra das minhas bandas favoritas. Que surpresa foi ver 60 mil pessoas no Hyde Park, cantando em coro as músicas de uma banda indie. Foi um show diferente da turnê que o Arcade Fire vinha fazendo. Logo de cara eles já emendaram Ready To Start, Wake Up e No Cars Go. No bis, Keep The Car Running, Neighborhood #1 e Sprawl II.

 

3. FRIENDLY FIRES (Cannes)

Festa fechada, com open bar e galera reunida. Tudo isso à noite, na praia de Cannes, França. Eu, grudado no palco, na frente do guitarrista. E a platéia enlouquecida. A gente quer mais o quê?

 

4. PRIMAL SCREAM (HSBC Brasil)

Depois da decepcionante apresentação no Planeta Terra, Primal Scream fez um show histórico no HSBC Brasil. Com direito a um dos bis mais empolgantes do ano.

 

5. THE STROKES (Planeta Terra)

Calaram a minha boca e fizeram um dos grandes show do ano. Eu esperava um show relativamente morno como havia sido no TIM FESTIVAL-2005. Esperava uma banda à beira da separação. Um vocalista cansado e entediado. Um público decepcionado. Quanta ilusão! Eles subiram no palco principal e mostraram porque já foram chamados de A Salvação do Rock. Obrigado, The Strokes.

 

Menções honrosas para: Paul McCartney, Vampire Weekend, The Pains Of Being Pure At Heart, Mumford And Sons e LCD Soundsystem.

 

Relembrado 2010…

1. Paul McCartney

2. Bon Jovi

3. Greenday

4. Mika

5. Passion Pit

  • 5 months ago
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